Pra que deixar pra amanhã se você pode morrer hoje?

Um novo ano que começa, e com ele novas promessas. É normal que nós desejemos traçar metas, alcançar objetivos. Porém: você cumpriu as promessas que fez ano passado? Aposto que muitos dirão que não. E muitas das desculpas são: “Eu tenho o ano inteiro para cumpri-las.”, “Eu posso começar amanhã” (repita isso todo dia até o final do ano).

Esse pensamento de ter o tempo inteiro pela frente é que faz com que sejamos irresponsáveis quanto aos nossos compromissos, e nos torna preguiçosos; e um pouco negligentes quanto a forma como lidamos com nossa vida. Uma das perguntas no Quora, levantou essa discussão: Why work on long term goals if you might die tomorrow? (Por que trabalhar em objetivos a longo prazo, se você pode morrer amanhã?) Muitos falaram sobre a probabilidade de isso acontecer ser muito baixa; mas, analisando isso sob uma perspectiva diferente, por que fazemos isso? Porque, trabalho, metas, objetivos, são formas de dar algum sentido a nossas vidas. A maioria das pessoas tem necessidade de construir algo, tentar mudar as coisas ao seu redor. Ou simplesmente, ter uma felicidade momentânea, sem pensar muito no amanhã. O fato é que: ter metas à alcançar nos torna vivos, uma vida sem objetivos é uma vida vazia.

Isso pode parecer clichê (e é mesmo) mas: você não sabe o dia de amanhã; e nunca vai saber. Então, por que não já começar a fazer as mudanças agora? Não é todo dia que acordamos com animação (ou vontade) para fazer tudo, mas depois de um tempo nada é tão complicado quanto parece. Agora: por que não parar de enrolar para fazer a inscrição na academia? E falar com a pessoa que tanta gosta? O bom é fazer tudo o quanto antes.

Afinal, você não tem nada a perder, pode morrer amanhã.
procrastinação Pra que deixar pra amanhã se você pode morrer hoje?

Twitter @KaiqueSrr


2013 e aqueles planos

Não há nada mais comum do que fazermos alguns planos e as famosas “resoluções” na virada do ano, de uma maneira ou de outra ficamos esperando o ano acabar para começarmos certas atividades, até porque no dia 31 de dezembro e no dia 1 de janeiro são poucas as pessoas que trabalham e fazer qualquer coisa não parece ter muito sentido, já que visualizações são menores nessa época do ano, isto é, falando sobre a internet.

E foi por isso que eu esperei um tempo para voltar a escrever aqui, desde o ano passado eu pretendia voltar de fato ao Argumentte, mas só encontrei tempo no finalzinho do mês passado e aqui estou de volta.

Um amigo esses dias perguntou se o Argumentte tinha morrido, eu respondi “é claro que não!”, assim como vocês devem ter seus planos para 2013, eu tenho planos para todos os meus projetos na web e este blog não deveria ficar de fora. Infelizmente a proposta inicial da criação dele foi abandonada, como expliquei aqui, e agora o blog muda mais um pouco. Em breve vocês deverão encontrar um outro visual ao visitar o endereço (ou quem sabe já tenha mudado, estou fazendo isso nesse momento), e os textos serão um pouco mais parecidos com esse que escrevo agora, mais pessoal.

Acho que não serei o único autor desse espaço, provavelmente alguns amigos que iniciaram a criação do conteúdo do blog comigo devem continuar a escrever de vez em quando também, e alguns convidados quem sabe. A proposta ainda é a mesma, compartilhar coisas e ideias. Teremos posts grandes, curtos, de todos os tipos. Quem nunca encontrou algo na web e não sentiu vontade de mostrar pra todo mundo? Pois é, esse foi o espaço que eu criei para fazer isso.

Fiquei bem feliz ao perceber que os meus dois últimos textos aqui tiveram um número considerável de likes no Facebook e em especial o último que teve comentários extremamente interessantes.

Os objetivos e metas de 2013 estão devidamente traçados e até agora tenho cumprido todos eles, espero que continue assim, e espero que vocês também consigam ir longe nesse ano.

Você pode acompanhar a nossa página no Facebook e seguir o Twitter deste que vos escreve.


Carreiras, dinheiro e realização profissional

Depois que li um post no Facebook de um amigo dizendo que achava que o curso que ele tinha escolhido fazer (e possivelmente a profissão que ele iria seguir) era legal, porém, ele acha que não nasceu para isso, e depois de encontrar um vídeo sobre as gerações de trabalho – aquelas famosas “geração X, Y” – decidi escrever sobre o assunto.

Essa coisa de ter que escolher o que fazer da vida é muito complicado. Alguns conseguem descobrir o que querem fazer muito jovens, outros, só vão saber depois. Depois que escolheu o curso, depois que viu realmente o que fazia um profissional na área. Além disso, começaram a falar muito sobre as gerações e o modo como elas querem viver, está na moda se tornando mais comum ter o próprio negócio, trabalhar em equipe, interagir com os consumidores.
generation x y z Carreiras, dinheiro e realização profissional
Há um tempo atrás, o salário era um dos fatores mais importante na escolha de uma profissão. Se ganhava bem, aquilo era bom, e não importava se você fosse fazer aquilo repetidamente todos os dias da sua vida, se ia te dar dinheiro, estava ok. Agora dizem que isso mudou, que os jovens estão procurando além do dinheiro, estão procurando a felicidade e flexibilidade no que vão fazer. Realmente muitos mudaram a linha de pensamento, mas é comum ver pessoas escolhendo suas profissões pelo dinheiro ainda.
Continue Lendo >>


Tudo é ofensivo


Navegando por aí encontrei esse vídeo épico que expressa praticamente tudo o que eu vou escrever nas próximas linhas, então pensei em colocar o vídeo após o texto, mas, assiste aí que você já vai entender metade das coisas que eu quero falar por aqui.

Recentemente um vídeo polêmico sobre Maomé chamado “Innocence of Muslims” foi postado no YouTube, poucas horas depois do vídeo se espalhar já havia muita coisa sendo dita sobre ele e muita coisa aconteceu, inclusive a morte de um embaixador dos Estados Unidos, na Líbia, recomendo que vocês leiam esse texto e esse outro aqui para entender melhor a situação. Esse é só UM exemplo de tudo que acontece pela internet (e não apenas na internet).
Continue Lendo >>


Gavin DeGraw

Gavin Degraw Gavin DeGraw
Não sei se eu já disse isso aqui, mas música é uma das coisas que eu mais gosto. E estou sempre procurando descobrir novos estilos, bandas, artistas… Nessas buscas acabo encontrando algumas coisas que viciam, e viciam muito rápido. Gavin DeGraw foi um desses cantores que me viciaram em tempo recorde. Descobri ouvindo em uma playlist do 8tracks (falarei mais sobre esse serviço em breve), uma música e eu já queria a discografia inteira.

O estilo dele – que é uma mistura de pop com rock + piano – não é dos que eu mais gosto, mas acabei gostando muito do trabalho do cara. Para quem está acostumado a escutar James Morrison, Jason Mraz e John Mayer (que eu nem curto muito), logo irá se identificar com a música dele.
Continue Lendo >>


<< Velhos | Novos >>